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Movimento quer defender direito à leitura

Unir esforços para tornar o Brasil uma sociedade leitora. Foi com esse mote que escritores e agentes culturais falaram hoje, na Casa da Cultura de Paraty, sobre leitura literária.

A um auditório repleto de leitores e educadores, os participantes deram depoimentos em que contaram como os livros entraram em suas vidas, a ponto de virar profissão para alguns deles, caso de Ninfa Parreiras, Ricardo Azevedo e Ricardo Ramos Filho. Também fizeram parte do encontro da FlipMais o professor e produtor cultural Volnei Canônica e a gerente de cultura do Sesc Márcia Costa Rodrigues.

Além de lerem textos contando o que a leitura trouxe a cada um, os participantes falaram da necessidade de adesão da sociedade ao Movimento por um Brasil Literário, iniciativa conjunta da Associação Casa Azul (organizadora da Flip), da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, do Instituto Ecofuturo e do Centro de Cultura Luiz Freire.

Com o movimento, pretendem defender o direito à leitura e também de participação dos brasileiros na produção literária. “Sou super otimista. Acho que tem havido uma mudança significativa”, disse o escritor e ilustrador Ricardo Azevedo. “O papel do mediador, dos professores e bibliotecários, é fundamental porque sabemos que muitas crianças brasileiras são filhas de analfabetos e não têm livros em casa.”

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